Um percurso começa com uma pergunta! Para onde quero ir?
Assim, enquanto embarco no processo formativo que promete mudar a forma interior e exterior da pessoa que sou, muitas questões se levantam. As iniciais são estas, mas mais aparecerão!
Será que consigo aprender a ser diferente? Como?
Será que consigo aprender a ser diferente? Como?
Será que o enquadramento legal de Portugal tem a mesma abertura que no Brasil?
Quando estiver a “pregar aos peixes”, como é que não faço figura de parvo?
Qual a abrangência de idades? Inclui pré-escolar (a partir dos 3 anos)?
Já houve alguma consideração com os pressupostos americanos da Educação Socioemocional do grupo CASEL (Marc Brackett)?
Já houve alguma consideração com os pressupostos da filosofia Ubunto (em Portugal divulgada pelo Rui Marques IPAV)? Se existe uma sintonia no mundo, como é que remamos ao contrário?
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